"Nunca vivi do passado, de lembranças, de recordações, de tristezas. Não me considero, pois um saudosista, um nostálgico. Vivo o presente com meus quase 65.000 quilômetros rodados acompanhando a evolução do pensamento, as transformações conseqüentes dos problemas modernos (...)"
Entrevista concedida à Pirata Edições, 1986.
"Na minha vida, o folclore representa um dos meus maiores sonhos. Foi a maneira que encontrei para matar saudade do meu universo municipal e sentimental."
Entrevista concedida ao Jornal O Elo,Agosto de1990.
"Definir qualquer coisa é sempre um ato de egoísmo. Egoísmo porque cada pessoa tem a sua maneira, o seu ângulo de ver e sentir as coisas; cada pessoa tem a sua ótica. E tem mais: não conheço nenhuma definição completa, perfeita. Costumo sempre definir folclore como a ciência que estuda tudo que o povo faz, diz, conta, pensa, nos seus provérbios, nas suas lendas, nas suas cantigas de ninar, na sua linguagem, na sua sabedoria, na sua filosofia."
Entrevista concedida ao Correio Popular, 2000.
"No Nordeste, o próprio povo já é o folclore "
Entrevista concedida ao Jornal do Commercio, 12 de agosto de 1979.
"O negro é mais musical e o índio mais místico. Era muito de adorar. Ganhamos dele a maneira de fazer as lendas, a casa popular e todas as comidas à base de mandioca."
Entrevista concedida ao Jornal do Commercio, 12 de agosto de 1979.
"A vida é amor e é também guerra. A tecnologia e a luta pelo pão estão fazendo com que os homens fiquem mais distantes uns dos outros. O amor ao próximo está diminuindo e o egoísmo da sobrevivência é o responsável pelo fenômeno. Daí a guerra, cada qual querendo fazer dos outros escada para subir, galgar posições, vencer na guerra da vida. (...)"
Entrevista concedida à Pirata Edições, 1986.
"Tudo leva a crer que no novo século o folclore continue a existir com a mesma força, paralelamente à tecnologia, cada qual no seu caminho, porque enquanto existir povo existirá folclore que é uma decorrência de seu viver."
Entrevista concedida a O Boêmio, de Matão- São Paulo.
"O folclore é a raiz, a tradição, o espírito e a alma do povo."
Entrevista concedida ao Jornaleco. Recife, maio-julho 1985.
" (...) Para mim , as mulheres são as flores que enfeitam os caminhos do mundo e são deusas capazes de gerar novas vidas nos momentos de amor. É uma coisa fabulosa (...)"
Entrevista concedida ao Jornal do Commercio, Recife, 12/05/1995.
" Escrever para mim é como tirar formiga da cabeça. A gente vai escrevendo para tirar as formigas, mas quando termina, a cabeça já está toda cheia de novo. "
Entrevista concedida ao Jornal do Commercio. Recife, 12/02/1995.
"O Folclore é o alicerce da alma de um povo"
Entrevista concedida ao Galo Jornal Cultural. Agosto de 2000.
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